Em alguns sistemas com bibliotecas compartilhadas, é necessário informar ao sistema como encontrar as bibliotecas compartilhadas recém-instaladas. Entre os sistemas onde isto não é necessário estão FreeBSD, Linux, NetBSD, OpenBSD e Solaris.
A maneira para definir o caminho de procura de biblioteca
compartilhada varia entre plataformas, mas a maneira mais comum
é definir a variável de ambiente LD_LIBRARY_PATH:
assim, nos interpretadores de comando
Bourne
(sh, ksh,
bash, zsh) teremos:
LD_LIBRARY_PATH=/usr/local/pgsql/lib export LD_LIBRARY_PATH
ou no csh
ou tcsh teremos:
setenv LD_LIBRARY_PATH /usr/local/pgsql/lib
Deve-se substituir /usr/local/pgsql/lib pelo que
foi usado em no
Configuração.
Estes comandos devem ser colocados em um arquivo de inicialização
do interpretador de comandos, como --libdir/etc/profile
ou ~/.bash_profile.
Algumas boas informações sobre problemas associados a este
método podem ser encontradas em
Why LD_LIBRARY_PATH is bad.
Em alguns sistemas, pode ser preferível definir a variável de ambiente
LD_RUN_PATH antes de compilar.
No Cygwin, deve-se colocar o
diretório da biblioteca na variável de ambiente PATH,
ou mover os arquivos .dll para o diretório
bin.
Em caso de dúvida, devem ser consultadas as páginas do manual do
sistema (talvez ld.so ou rld).
Se mais tarde for recebida uma mensagem como:
psql: erro ao carregar bibliotecas compartilhadas
libpq.so.2.1: não foi possível abrir o arquivo de objeto compartilhado:
Arquivo ou diretório inexistente
então este passo foi necessário. Basta cuidar disso, então.
Se estiver sendo usado o Linux, e houver acesso ao usuário root, pode-se executar:
/sbin/ldconfig /usr/local/pgsql/lib
(ou um diretório equivalente) após a instalação, para permitir que
o vinculador em tempo de execução encontre as bibliotecas
compartilhadas mais rapidamente.
Deve ser consultada a página de manual do ldconfig
para obter mais informações.
No FreeBSD,
NetBSD e
OpenBSD o comando é
/sbin/ldconfig -m /usr/local/pgsql/lib
em seu lugar. Outros sistemas não são conhecidos por terem um comando equivalente.
Se a instalação foi feita em /usr/local/pgsql,
ou em algum outro local que não seja procurado por programas por
padrão, deve ser adicionado /usr/local/pgsql/bin
(ou o diretório fornecido para
em Configuração) na variável de ambiente --bindirPATH.
Estritamente falando, isto não é necessário, mas torna o uso do
PostgreSQL muito mais fácil.
Para fazer isto, deverão ser adicionadas as linhas mostradas a
seguir ao arquivo de inicialização do interpretador de comandos,
como ~/.bash_profile ou ~/.bashrc
(ou /etc/profile, se for desejado que sejam
afetados todos os usuários)
[109]:
PATH=/usr/local/pgsql/bin:$PATH export PATH
Se estiver sendo usado o csh ou o
tcsh, então deverá ser usado o seguinte comando:
set path = ( /usr/local/pgsql/bin $path )
Para permitir que o sistema encontre a documentação man, é necessário adicionar linhas, como as mostradas a seguir, ao arquivo de inicialização do interpretador de comandos, a menos que se tenha instalado em um local procurado por padrão:
MANPATH=/usr/local/pgsql/share/man:$MANPATH export MANPATH
As variáveis de ambiente PGHOST e PGPORT
especificam para as aplicações cliente o hospedeiro e a porta do
servidor de banco de dados, substituindo os padrões compilados.
Se forem executadas aplicações cliente remotamente, é conveniente
que todos os usuários que planejam usar o banco de dados definam
a variável de ambiente PGHOST.
Isto não é necessário, no entanto; as configurações podem ser
comunicadas por meio de opções de linha de comando para a maioria
dos programas cliente.